É engraçado como a gente tende a sempre levar as coisas pro "ah, perdi agora mas de outra vez eu ganho". E, mais ainda, as pessoas se acostumaram a confiar na sorte. Outro dia perguntei a uma amiga - que não me lembro agora quem é - algo sobre usar o dinheiro que eu tinha no bolso para comprar um lanche e matar minha fome ou usar para jogar na loteria, e ela respondeu: "jogar na loteria, lógico!". Esse é um retrato geral do que todo mundo pensa hoje em dia. Ninguém se preocupa tanto com o necessário, mas com o supérfluo, o idealizado (tome nota: o mundo atual vive de idealizações).
Talvez estejamos vivendo não mais a geração coca-cola, mas, desta vez, a geração schincariol: sem gás e doce demais, inofensiva para as concorrentes.